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quinta-feira, julho 05, 2007

Grandes nomes no Festival JOTA

O programa do Festival JOTA contém imensas actividades e surpresas, mas o cartaz de fundo apresentará grandes nomes da música de inspiração cristã de Portugal: Banda Jota, Terceira Margem, Pe João Paulo Vaz, Kyrios, Claudine e o evangélico Héber Marques; e de Espanha: D. José e Shepherd.

Três dias a cantar em comunhão

A Banda Jota, integrada no Departamento de Pastoral Juvenil da Diocese da Guarda (DPJG), e nascida em 2003, mistura vozes e ritmos, a fim de promover a Fé em Cristo. O objectivo é, para o grupo, “testemunhar Jesus através da música, gritar bem alto quem é Jesus, que O amam e que Ele é o sentido das suas vidas”. O primeiro CD surge dois anos depois, e a caminho da meia década de vida e música, a Banda Jota toma o passo de organizar o festival, num esforço por fazerem algo pela música de inspiração cristã em Portugal. Subirão ao palco principal na sexta-feira, dia 20 de Julho. Nesse mesmo dia actuarão os Spiriteen. No seu primeiro ano de existência, esta banda natural de Rabo de Peixe, nos Açores, traz das ilhas os seus quatro elementos, todos com memos de 20 anos. Consideram-se um grupo católico amador de rock. O Festival Jota será uma oportunidade para consolidar a banda e para que os seus elementos cresçam na fé.
Na noite seguinte actuará o grupo Kyrios. Depois de “Um Projecto de Vida”, “Filhos de um Deus Maior” e “Depois”, o 4º álbum da banda está já em preparação. Em 12 anos, o grupo tem tentado alterar a situação com que se deparou no início, em que a música cristã precisava de um abanão. Os temas, que vão do rap ao pop rock, já passaram por palcos diversos, do Teatro São Luís ao Politeama, da Expo 98 à televisão. Quase 10 anos contam os Terceira Margem. Um nome que, na cidade do estuário do Sado, “surge da visão de cada homem como um rio, cujas duas margens são Jesus e o Espírito Santo, que delimitam e dirigem o seu curso. A Terceira Margem é o Pai que está no Céu, fonte de toda a vida”. No ano passado editaram “)De Mãos Vazias(”, com sonoridades que atravessam os ritmos do hip-hop, reggae, funk e pop-rock. Com quase todo o país palmilhado com actuações, destacam as presenças no ICNE e no Multifestival Gaudeo.
Para domingo estão guardadas duas bandas. Os Sopro do Espírito surgem de uma associação homónima, nascida em 2000, com o intuito de “levar Cristo Vivo e Presente aos outros. Percebemos que Cristo é Aquele que dá a plenitude ao Homem e sem o qual não seríamos livres e felizes”. Neste momento, os seus 11 elementos apostam fortemente na música, nomeadamente na gravação do primeiro CD. A última das bandas a actuar chama-se Anima Christi. De Lisboa trazem temas originais com uma sonoridade acústica. “Através da poesia e da música, procuram chegar mais além, dizendo e cantando a sua fé, vivendo como filhos de Deus a alegria eterna e contagiante que lhes foi dada pelo baptismo”. Neste momento preparam um livro e um CD, em que ligarão a meditação e reflexão do primeiros aos sons do segundo.


Em nome individual, louvar em comunidade

Actualmente padre na Diocese de Coimbra, João Paulo Vaz nasceu no dia 24 de Janeiro de 1970, em Coimbra. Em todos os anos de experiência pastoral dedica-se sobretudo à formação e evangelização de jovens e, por isso, as suas músicas “orientam-se, na sua totalidade, para a auto-validação da pessoa humana, a capacidade de amar essencial à vida, a relação com os outros, a relação com Deus, o sentido da santidade e da perfeição”. É esta, ainda hoje, a sua motivação criativa, que já o levou a compor três trabalhos: “Estórias de um Sim” (2003), “Caminhos sem Atalho” (2004), e “Notas de um Sonho”. Também na noite de sexta-feira actuará Heber Marques. Com “Motivações” (2006), o seu primeiro trabalho, o músico viu reconhecido o seu trabalho e dedicação desde jovem. No Festival Jovem desempenhará um papel maior, ao demonstrar a sede de ecumenismo da actividade e de todos os jovens.
De Espanha chegará, no sábado, o padre José Ruiz Osuna, onde é conhecido como “O Padre Rockero”. Os seus álbuns – “Dame tu amor”, Nuevo Milénio”, “Misericórdia” e “Acércate” – foram já interpretados pelo próprio na América Latina e nos Estados Unidos. A sua principal pretensão é dar a conhecer o que Jesus fez na sua vida e na sua família, em especial na sua única irmã. Os críticos rendem-se, e dizem que “podemos afirmar, sem que nos domine o carinho, admiração e respeito que sentimos por ele, que actualmente é um dos melhores músicos católicos do mundo de fala hispana. Que ninguém diga que ser cristão é de antigos ou entediante. Donjosé demonstra-nos que viver em Jesus, por Jesus e para Jesus é uma festa”.
No mesmo dia apresentar-se-á Jorge Barco Shepherd. Nasceu nos Estados Unidos, mas é de Espanha que vem. Depois de grandes sucessos musicais na década de 80, atravessando musicalmente todo o continente americano, lançou a sua primeira produção cristã – “From Darkness to Light” – nos anos 90. Em 2005 lançou o primeiro álbum da banda com o seu último nome: Holy Ground. O seu rock, que se balança entre o clássico e o progressivo, já passou pelos palcos dos Estados Unidos, Porto Rico, México, Alemanha, Holanda e Espanha.
A encerrar o dia de Sábado, Claudine Pinheiro trará, entre outros, os temas que gravou no projecto “Água Viva”, com as músicas da Irmã Glenda traduzidas para português. O projecto realizou já mais de meia centena de concertos por todo o país, desde o lançamento, em 2004.











Programa de cartaz

20 de Julho - 21.00h
Banda Jota, Pe João Paulo Vaz, Héber Marques e SpiriTeen

21 de Julho - 20.30h
D. José (Espanhol), Kyrios, Terceira Margem, Shepherd (Espanhol) e Claudine Pinheiro

22 de Julho - 15.30h
Sopro do espírito e Anima Christi
todas as informações em http://www.festivaljota.com/

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